Sucesso: 5 Atitudes que Farão Você Ganhar o Mundo

Não... Esse não é mais um post sensacionalista, do tipo "você pode tudo o que quiser." Além dessa linha não fazer meu tipo, pra mim o conceito de "um mundo a ser conquistado", assim como o conceito de #sucesso, é pessoal e intransferível. Pra você, ganhar o mundo pode ser trabalhar com amor; pra sua bff pode ser ganhar #dinheiro. E tá tudo certo com isso.



Mas independentemente de onde você quer chegar, algumas atitudes são fundamentais para que você saia do lugar. Essa onda de "quem espera sempre alcança" é da época que o mundo tinha muito menos informação. E menos concorrência. As coisas eram sim, mais fáceis pros nossos pais e avós. Hoje, quem espera não alcança nada. Só fica pra trás.


Se você quer mudar de vida, alcançar objetivos, realizar sonhos... vai precisar de #atitude.


E cuidado ao prosseguir na leitura. Pode ser que doa. Pode até ser que você fique com raiva de mim. Faz parte.


1ª atitude: Deixar de mimimi


Uma das frases que mais tenho birra é: "não tive #oportunidade". Hoje quem não tem oportunidade é quem passa fome, teve uma infância de abusos e abandonos ou coisa do tipo. Você sabe ler e escrever, tem smartphone e ainda acha que as pessoas têm que chegar te oferecendo as coisas? Como dizia meu pai, ninguém tem obrigação de segurar cabra pra bode mamar não, meu filho!


- Mora no interior e na sua cidade não tem cursos? Viaje pra onde tem.

- Não tem dinheiro pra voo? Vai de ônibus.

- Não tem dinheiro pra ir em todos que deseja? Economize e escolha um ou dois por ano.

- Não tem grana nem pra isso? Estude pela internet. Tem muito curso bom e de graça.



Pessoas que vivem mergulhadas no #vitimismo, que levam mamãe pra chorar na faculdade e pedir nota pro professor (oi? na minha época eu teria vergonha disso!), que me ligam pra dizer "Ju, quando tiver um evento ou estágio você me avisa?" acham que o mundo está para servi-las.


A prova da minha disponibilidade é que o número do meu WhatsApp está em todas as minhas mídias, pra quem quiser. Produzo conteúdos e atendo com paixão quem entra em contato comigo. Mas atendo as pessoas pra somar com o que elas já têm, e não pra eu fazer pra elas. Eu não conseguiria avisar um a um sobre oportunidades, eventos e estágios nem se eu estivesse disposta a isso. Eu divulgo pra geral nas minhas mídias e aguardo quem se interessar.


Serei dura, franca e verdadeira: ninguém tem obrigação de fazer pelas pessoas o que elas mesmas deveriam fazer pra arrumar suas próprias vidas. Se uma pessoa não se move, porque alguém se daria ao trabalho por ela? Essa é a diferença de quem chega onde quer e de quem fica de #mimimi, maldizendo a sorte, achando que tudo que os outros têm caiu no colo deles.


Você quer? Vai atrás.


2ª atitude: Ser autodidata

De novo, a #proatividade. Dessa vez para aprender, estudar e buscar informações. Pensa comigo: se você sabe apenas o que chega até você, então é uma pessoa de conhecimentos comuns. Porque se a informação chegou até você, seja na sala de aula ou nos cursos oferecidos pela empresa que você trabalha, ela chegou até a maioria das pessoas que estão na mesma linha de trabalho que você. Inclusive seus concorrentes.


Mas se você se dedica a ir atrás e entender o que é importante pro seu trabalho, mesmo que ninguém tenha te pedido isso, você estará mais preparado que a maioria. E quando a tal da oportunidade chegar, você vai poder agarrá-la. É comum pessoas despreparadas dizerem que não têm oportunidade, quando na verdade elas não conseguem agarrá-la, por falta de competência.


Antecipe-se e esteja preparado para quando a oportunidade aparecer.


3ª atitude: Ser mais estratégico que operacional

Aqui a coisa já começa a separar os homens dos meninos. A questão é que ser autodidata e ter mais dados em mente não necessariamente te deixará mais informado. A informação pode vir inteira pra você sim, mas também vem do cruzamento dos dados que você buscou. Explico melhor:


O nutricionista sabe, por exemplo, que o betacaroteno pode auxiliar na prevenção do câncer. Mas pra convencer as pessoas a comerem cenoura ele vai precisar unir conhecimentos de nutrição, comportamento e culinária, e cruzar esses dados para construir uma solução que convença seus pacientes a comerem cenoura. Pode ser, por exemplo, um e-book sobre câncer, com receitas gostosas e práticas. E claro: um bom acompanhamento pós-consulta, cheio de estímulos pra que as receitas saiam do papel.



E o que isso tem a ver com estratégia? Vamos lá:


Trabalho operacional significa o que é feito; trabalho tático significa como é feito; trabalho estratégico significa porque é feito e tem a ver com o longo prazo, com seu posicionamento e sua identidade profissional.


- Calcular a dieta é operacional e até um software faz. Você insere os dados, mas não calcula. Ele efetua os cálculos.

- Transformar o cálculo em um cardápio personalizado, com base em tudo que você ouviu na anamnese, analisando a biodisponibilidade de minerais e o tempo do paciente para preparar e fazer as refeições, é uma tarefa tática.

- Mas se você une esse cardápio a uma atuação mais elaborada, se você desenvolve técnicas de consulta e entrega de soluções que nenhuma máquina ou outra pessoa possa pensar ou fazer como você, aí sim, você está sendo estratégico. E as pessoas pagam mais por isso, já que #estratégia é algo muito mais complicado.


Seu trabalho começa a valer mais quando você é mais tático que operacional e, finalmente, mais estratégico que tático.



4ª atitude: Trabalhar com paixão

Você escolhe: amar o que faz ou fazer o que ama. Tanto faz. Mas se sofre enquanto trabalha e não vê nenhum prazer nisso, sai fora. Ou vai adoecer logo. No final das contas o dinheiro não vai valer a pena.



O problema é que mesmo quando é bom, trabalhar dá trabalho. 80% do seu tempo dedicado a ele é para resolução de problemas, e apenas 20% é, de fato, diversão. Então esses 20% têm que ser muito bons, pra compensar o tempo que você passa administrando imprevistos, intermediando conflitos entre funcionários, pagando contas, etc.


Sem tesão não há solução.


5ª atitude: Ser persistente

Isso todo mundo fala. Mas a cada dia tenho vivido mais o fato. A persistência e a regularidade de trabalho nos marca na mente das pessoas. Tanto no networking cara a cara, quanto na presença digital, você precisa ocupar espaço na cabeça delas. O nome disso é mind share.


Se você visita o cliente uma vez e some porque ele não comprou de primeira, se você posta duas ou três vezes no Instagram e ganha uma merrequinha de likes e já desiste, nada vai dar certo! Se você age assim, já deu errado antes de começar. Seja presente e, de novo, esteja preparado pra quando a pessoa quiser comprar de você ou te contratar. Esteja presente para que o seu futuro cliente lembre-se de você, que aparece tanto que já carimbou seu nome no cérebro dele.


Outro ponto é que a persistência deve ser lapidada com a aprendizagem. Tentativas e erros servem para corrigir a trajetória. Se não deu certo, vá aparando arestas. É assim mesmo. E então descubra o formato que dá certo para você.


Persistência é fundamental e é diferente de teimosia.


Espero que tenha gostado do post. Se te fez pensar, já me deixou feliz =D




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